terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Hoje, na SIC MULHER


Adelaide de Sousa convidou, Nuno Lobo Antunes e Manuela Crespo aceitaram.

A actualidade, as questões e sensibilidades da vida moderna têm lugar reservado neste talk-show que pretende informar, esclarecer e ficarmos a saber mais sobre o que levou o médico Nuno Lobo Antunes a escrever o livro SINTO MUITO ou a médica Manuela Crespo a dedicar parte do seu tempo a contar histórias "sem pés nem cabeça" para crianças, como é o exemplo do recente ABECEDÁRIO DOS NOMES.

"Casos como os de Júlio Diniz ou Miguel Torga, em que a Medicina se cruza com as Artes, ainda hoje existem. São disso exemplo nomes como António Lobo Antunes ou Kátia Guerreiro.
A Associação Portuguesa de Escritores e Artistas Médicos tem cerca de 200 sócios e o Mundo das Mulheres quer dar-lhe a conhecer alguns casos.
Por isso, convidou a neurologista Manuela Crespo, que nos tempos-livres escreve e ilustra livros infantis; o reumatologista José António de Melo Gomes, que se interessa pelas áreas do Desenho e da Pintura; o especialista em Medicina Interna Luís Campos, que se dedica também à área da Fotografia e das Artes Plásticas; e o neuropediatra Nuno Lobo Antunes, que lançou recentemente o livro "Sinto Muito".
Durante o programa poderá ouvir os testemunhos destes quatro médicos e perceber porque se refugiam nas Artes." Aqui

sábado, 24 de janeiro de 2009

"Ele" e "Ela" na Prova Oral

José Manuel Arrobas e Maria dos Anjos Fernandes, autores do livro ELES, ELEAS e o AMOR, estiveram, na Antena 3, na Prova Oral. Oiça Aqui.

"
Elisabete e Mara...questionaram...Será que o amor dura toda a vida? Será que o amor dura toda a vida? ou será que precisa sempre de psicoterapia para se manter???"

"Alexandra...As crises conjugais....acho que tem a ver com a forma como se olha para a outra pessoa, no início vê-se o que se deseja, depois vê-se a realidade e depois tenta-se viver com essa realidade. A questão é, se quando chega a 3ª fase se ainda há respeito e "amor" para tentar continuar.Mas, haver a tal química, sempre, é essencial a sintonia.""ppimenta...O amor? As pessoas não mudam, apenas as suas atitudes é que mudam, os seus comportamentos em relação a determinadas situações. O seu pensamento continuará sempre o mesmo, e continuarão sempre a querer fazer as mesmas coisas.O Amor que se sente por outra pessoa é equivalente aos principios da própria pessoa em relação com compromisso."

"ppimenta...O amor. As pessoas não mudam, apenas as suas atitudes é que mudam, os seus comportamentos em relação a determinadas situações. O seu pensamento continuará sempre o mesmo, e continuarão sempre a querer fazer as mesmas coisas.O Amor que se sente por outra pessoa é equivalente aos principios da própria pessoa em relação com compromisso."

Para ler os comentários efectuados no decorrer do programa, clique. Aqui.

Blog - Pregos no Prato

"Já aqui falei do Prof. João Lobo Antunes a propósito do livro “O Eco Silencioso”. Desta vez falo do livro “Sinto Muito”, escrito pelo seu irmão, Nuno Lobo Antunes (Neuropediatra): a admitir um ponto de comparação, sempre ingrato para ambos, diria que a escrita deste autor é mais intimista e ao mesmo tempo menos cerebral que aquela do Prof. João Lobo Antunes.

Notam-se, ainda assim, traços de vida paralelos - influência assinalável da figura paternal, ambos “emigraram” para Nova Iorque e regressaram ao fim de alguns anos, e abordagem das mesmas questões, donde sobressai a preocupação com a progressiva funcionalização da medicina.

Fruto da sua especialidade clínica, os temas que Nuno Lobo Antunes trata são tudo menos agradáveis - crianças e doenças terminais são, por natureza, quase incompatíveis, mas o autor consegue sempre extrair destas terríveis histórias de vida e morte um ensinamento ou uma reflexão que permite ao leitor encarar a tragédia com outros olhos.

E depois, há pormenores deliciosos de humor subtil - como o daquele pediatra que acordado a meio da noite por uma Mãe histérica que lhe pergunta o que fazer ao seu filho, já que teria engolido um lagostim, responde ainda estremunhado - «Dê-lhe uma imperial, minha Senhora»." Aqui.

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

"Amor, uma cabana e dois psicoterapeutas"

Perguntas e comentários para o 800 25 33 33 e caixa de mensagens do blogue. É a partir das 19, com
Fernando Alvim e Cátia Simão.
Hoje dia 22.01.2009


Já chega de falar da crise económica; falemos, pois, para variar, das crises conjugais. Então, cá vai:

«Primeiro o encontro, a paixão, os momentos que nos fazem subir ao céu, e que nos fazem sentir os melhores e os maiores seres do mundo. Com vontade de ultrapassar tudo e todos os obstáculos, enfim vencer. Depois vem o Amor, com ele muitas vezes a união, o casamento, e com o passar do tempo, surgem os filhos, a família, e com todas elas surgem as incertezas, as angústias, as discussões, as acusações. O casal, naturalmente afasta-se, deixa de dialogar, de expressar os seus sentimentos. E continua a viver em conjunto porque simplesmente não quer pensar no que está a acontecer à relação. E é nesta altura, que inconscientemente começam a procurar noutra pessoa o que não conseguem encontrar na pessoa que amam e que vive ao seu lado. E a única solução parece ser a separação.»

Eles, Elas e o Amor (edição Verso da Kapa), «é um livro escrito por dois psicoterapeutas, um homem e uma mulher, e que tem como objectivo ajudar as pessoas a conhecerem-se a si próprias e a conhecerem os companheiros com quem partilham a vida. Os autores, como especialistas nesta área, pretendem ajudar a reajustar alguns comportamentos entre "eles e elas" de forma a tornar o casamento mais harmonioso ou ajudar o ex-casal a ultrapassar da melhor forma o seu divórcio e ainda fazer acreditar que a vida que os espera só pode ser melhor do que a que têm actualmente. Todos os capítulos têm no final casos reais de pessoas que passaram pelos seus consultórios, pretendendo os autores contribuir com conselhos que sejam úteis aos nossos leitores já que estes se podem identificar ou rever nesta ou naquela situação.»

Os nossos convidados são os dois psicoterapeutas autores deste livro, José Manuel Arrobas e Maria dos Anjos Fernandes, que, durante uma hora, vão partilhar connosco um pouco da sua experiência profissional: quais as causas mais comuns nos divórcios dos dias de hoje?; que sintomas indiciam uma bola de neve em crescimento que, mais tarde, redundará em ruptura?; há mais divórcios durante a vaga de frio, por causa das ceroulas?; poderão discordâncias acerca da programação da bimby para o arroz de pato revelar incompatibilidade de feitios?; o uso indiscriminado de pantufas ridículas em forma de animal poderá diminuir consideravelmente o desejo sexual do cônjuge?; as pessoas que coleccionam menus de restaurantes também podem ser felizes?

Blog - Palavras de Mentes

Crónica do olhar que anuncia a morte

"...que ser mulher, é apenas uma desculpa, sim, uma desculpa para ser mãe. O senhor não sabe, não conhece... Não, Doutor, não olhe assim para mim, não anuncie dores, mortes, imperfeições. Não finja saber o que de todo desconhece. Alguma vez sentiu, dentro de si, a vida que justifica a vida. Não, agora a sério... Doutor, que sabe o senhor da vida, se nunca, dentro de si, ela cresceu?"


Não transcrevi a crónica inteira, como era minha ideia inicial, mas aguço a vontade de ler esta e todas as outras comoventes histórias reais (infelizmente reias) de Nuno Lobo Antunes, em Sinto Muito.Aqui.

domingo, 18 de janeiro de 2009

Blog - Viagra e Prozac

Sinto Muito, Nuno Lobo Antunes

Não gosto de livros que são a soma de crónicas. Não sou particularmente atraído pelas singularidades da medicina. E tenho uma relação complexa com as biografias. E chamem-me todos os nomes, mas não tenho paciência para ler Lobo Antunes. O outro. Porque a escrita de Nuno Lobo Antunes é deliciosa. Sem pretensiosismos, anima a língua portuguesa com combinações e cores diferentes, numa escrita nos arrebate e comove. Estou a meio e já sinto saudades...

Agora praticamente fora de contexto, uma breve nota para dizer que tenho os melhores pais do mundo. E devia dizê-lo muito mais vezes... Aqui.

sábado, 17 de janeiro de 2009

Sessão de Autógrafos


...histórias da vida real, que relato de coração aberto...
«Sinto Muito» de Nuno Lobo Antunes
Av.Roma
Sábado, 17 Janeiro 2009, 16:30


O conhecido neuropediatra, Nuno Lobo Antunes, reuniu em livro as memórias de alguns dos momentos mais intensos da sua vida. Conhecido pelo trabalho que desenvolve junto a crianças, nomeadamente crianças vítimas de cancro, editou, pela Verso da Kapa, «Sinto Muito». A livraria Bertrand da AV. de Roma organiza uma sessão de autógrafos com o médico e escritor no próximo dia 17 de Janeiro, pelas 16h30.

Contamos consigo. Esperamos por si.

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

"Há livros que nos marcam para a vida.."

Há livros que nos marcam para a vida, pelas mais diversas razões. Sinto Muito é um desses livros. Decerto não é um livro literáriamente extraordinário, mas sem dúvida que do ponto de vista humano é dos melhores que tive a oportunidade de ler. Ao lê-lo foi de todo impossível segurar algumas lágrimas que teimaram em cair. O livro é uma compilação de pequenos artigos que o autor escreveu e que mais não são do que memórias da sua prática enquanto médico. Poderia escrever muito sobre o que li, no entanto considero que a sinopse do livro diz tudo. Um agradecimento especial ao meu amorzito que sabendo que eu queria tanto lê-lo, me ofereceu o livro:) "Sinto Muito é sobre o sofrimento em geral, sobre a dor, seguida de perda, seguida de dor. Entristece o coração, mas recompensa-o grandemente, tornando-o mais leve e melhor. Nuno Lobo Antunes pretende, com bom propósito e bons resultados, deixar que o seu coração se pronuncie, que se liberte a sua voz, que seja conhecida a sua humanidade. E, na verdade, a alma fala.
Há no médico o desejo de ser santo, de ser maior. Mas na sua memória transporta, como um fardo, olhares, sons, cheiros e tudo o que o lembra de ser menor e imperfeito.
Este é um livro de confissões. Uma peregrinação interior em que a bailarina torce o pé, o saltador derruba a barra, o arquitecto se senta debaixo da abóbada, e no fim, ela desaba. O médico e o seu doente são um só, face dupla da mesma moeda. O médico provoca o Criador, não lhe vai na finta, evita o engodo. Mas no cais despede-se, e pede perdão por não ter sido parceiro para tal desafio." Aqui.